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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Programação semanal (28/08 a 02/09)


PROGRAMAÇÃO SEMANAL DE CURSOS


CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ACUPUNTURA

TURMA 10

28/08/2012 - Terça feira

19 hrs: Assepsia e tipos de estímulo - profª Kátia Papacídio

 
TURMA 11

29/08/2012 - Quarta feira

19 hrs: Apresentação de seminários

 
TURMA 7

01/09/2012 - Sábado

Manhã: Ambulatório - profª Kátia Papacídio e prof. Edson Okuyama

Tarde: Estudo de casos - prof. Edson Okuyama

02/09/2012 - Domingo

Manhã: Sistema respiratório - profª Simone Spadafora

Tarde: Sistema endócrino - profª Carla Volpon

 
AMBULATÓRIO

01/09/2012

Todo: Turmas 9, 10, 11 e 12.


CURSO DE ACUPUNTURA CIENTÍFICA NO TRATAMENTO DA DOR

01 e 02/09/2012

Módulo 1 - prof. Diego Galhardo.
 

www.casadaterra.pro.br

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Acupuntura é alternativa para cirurgia de artrose no joelho

Acupuntura é alternativa para cirurgia de artrose no joelho: Enquanto a espera por uma cirurgia para artrose no joelho pode levar vários anos, o tratamento de acupuntura produziu resultados em um mês.

24/08/2012

Acupuntura é alternativa para cirurgia de artrose no joelho

Redação do Diário da Saúde
Osteooartrite
Pesquisadores da Clínica St. Albans (Reino Unido) constataram que a acupuntura é uma alternativa eficaz às cirurgias para tratamento da artrose ou osteoartrite do joelho.
A artrose, ou osteoartrite, do joelho é uma doença degenerativa das articulações, muito debilitante, que acomete sobretudo idosos.
A cirurgia funciona bem, mas não é recomendável para todos os pacientes, além do que uma porcentagem significativa daqueles que passam pela cirurgia continua sofrendo dores anos após o procedimento.
Tratamento alternativo voluntário
Em um oferecimento totalmente voluntário, os pesquisadores relatam que 90 dentre 114 pacientes aceitaram o tratamento de acupuntura para combater as dores no joelho.
A idade média dos pacientes era de 71 anos, todos apresentando sintomas severos, como dor forte e incapacidade para andar longas distâncias, e todos elegíveis para a cirurgia.
Nesse grupo, 50 afirmaram estar preparados para a cirurgia, 29 não queriam a cirurgia e quatro disseram que só iriam para a cirurgia em último caso.
O tratamento alternativo consistiu em uma sessão de acupuntura por semana no primeiro mês, reduzida para uma sessão a cada seis semanas nos meses subsequentes.
Acupuntura para artrose
Depois de um ano, 41 dos pacientes continuavam frequentando as sessões, e 31 continuavam assíduos ao final do estudo, dois anos depois.
Mas, logo ao final do primeiro mês, os resultados mostraram "melhorias clinicamente significativas nos níveis de dor, flexibilidade e capacidade funcional", relata o estudo, publicado no British Medical Journal.
Além de evitar os riscos da cirurgia, mais elevados sobretudo pela maior idade dos pacientes, os pesquisadores ressaltam a economia de custos para o sistema de saúde, evitando-se uma cirurgia cara, substituída por um procedimento já regulamentado e muito barato.
No Brasil, a espera na fila do SUS para uma cirurgia para artrose no joelho pode levar vários anos - o tratamento de acupuntura produziu resultados em um mês.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Planta do nordeste pode ser a chave para o tratamento da Esclerose Múltipla

Planta do nordeste pode ser a chave para o tratamento da Esclerose Múltipla
Uma das doenças degenerativas mais implacáveis do mundo pode não ser párea para o avelóz, planta milagreira das regiões Norte e Nordeste. Testes em camundongos têm sido extremamente bem-sucedidos
por João Mello

Uma planta típica do nordeste pode mudar os rumos do tratamento da Esclerose Múltipla. Apesar de ser cedo para alardear uma revolução terapêutica, a descoberta feita por um grupo de pesquisadores brasileiros pode ser comemorada como uma das melhores notícias dos últimos anos para portadores da doença e seus familiares.

A grande sacada da pesquisa atende pelo nome de avelóz, uma plantinha conhecida tradicionalmente no Norte e Nordeste por seus poderes milagreiros e que de uns tempos pra cá começou a ganhar a atenção formal de cientistas. O estudo foi publicado na renomada publicação Biochemical Pharmacology e está sendo capitaneado pelos pesquisadores Prof. Dr. Rafael Cypriano Dutra e Prof. Dr. João Batista Calixto, ambos da Universidade Federal de Santa Catarina, além do Dr. Luiz Francisco Pianowski, do laboratório Kyolab.

A pesquisa começou há dois anos e seus resultados são bem promissores. “Nós demonstramos que o euphol inibe significativamente o desenvolvimento da Esclerose Múltipla em camundongos quando administrado por via oral. Além disso, nós descobrimos que ele (o euphol) bloqueia seletivamente as células que induzem a doença. Conseqüentemente, os animais tratados com o euphol não apresentam os sinais clínicos da doença”, afirma o Dr. Rafael Cypriano. O tal do euphol vem de Euphorbia tirucalli nome científico da avelóz. Ele é o componente que, quando isolado, combate a doença.

A EM não tem cura e ninguém sabe ao certo o que causa o problema. Mas não há mistério sobre o mal que ela causa: a Esclerose Múltipla é uma doença cruel. A lista de sintomas mais comuns dá uma vaga noção disso: dificuldade de locomoção, perda de coordenação motora, tonturas, disfunções sexuais, distúrbios esfincterianos e fadiga. A crueldade ganha um aspecto ainda mais traumático quando aliada aos aspectos psicológicos da doença: cerca de 65% dos pacientes sofrem de déficit de atenção e perda de memória, quase sempre acompanhados de um sentimento de ansiedade e depressão. A Esclerose Múltipla atinge 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo. “A doença acomete, principalmente, indivíduos brancos, na faixa etária entre 20 e 40 anos e com forte predomínio sobre o sexo feminino”, diz o Dr. Rafael. No Brasil, há 15 casos para cada 100 mil habitantes. Em alguns países do Hemisfério Norte esse número sobe para 100 ocorrências a cada 100 mil pessoas.

Hoje em dia, uma pessoa com Esclerose Múltipla não gasta menos de 5 mil reais por mês para se tratar, o que “dificulta a adesão dos pacientes”, nas palavras do Dr. Rafael. Ou seja: pouca gente tem grana suficiente para se tratar decentemente. Quando perguntado se a descoberta pode tornar o tratamento mais acessível, o pesquisador prefere a cautela: “No momento da nossa pesquisa, nós não temos como estimar um valor comercial para o euphol”. A burocracia que separa a descoberta de um remédio em potencial e as prateleiras da farmácia costuma gerar um período de 10 ou até 15 anos de espera. Enquanto isso, aumenta a esperança de dias melhores para os pacientes que sofrem com o problema.